quarta-feira, 31 de julho de 2013

'Super-ricos' têm US$ 21 trilhões escondidos em paraísos fiscais


Atualizado em  22 de julho, 2012 - 11:47 (Brasília) 14:47 GMT
Foto: Reuters
Servidores públicos espanhóis protestam contra cortes no orçamento do país, paret das medidas de austeridade adotadas para conter a crise
Em um momento em que muitas das principais economias do mundo enfrentam duras medidas de austeridade, um estudo mostra que alguns poucos cidadãos continuam se dando ao luxo de manter suas fortunas intactas, longe das garras afiadas das autoridades tributárias.
A elite global super-rica somou pelo menos US$ 21 trilhões escondidos em paraísos fiscais até o final de 2010, segundo o estudo The Price of Offshore Revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network.
A valor é equivalente ao tamanho das economias dos Estados Unidos e Japão juntas.
Segundo Henry,o valor é conservador e poderia chegar a US$ 32 trilhões.
O estudo também lista os 20 países onde há maior remessa de recursos para contas em paraísos fiscais. No topo da lista está a China, com US$ 1,1 trilhão, seguida por Rússia, com US$ 798 bilhões, Coréia do Sul, com US$ 798 bilhões, e Brasil, com US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão).

'Perdas enormes'

James Henry usou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais.
Seu estudo trata apenas de riqueza financeira depositada em contas bancárias e de investimento, e não de outros bens, como imóveis e iates.
O relatório surge em meio à crescente preocupação pública e política sobre fraude e evasão fiscal. Algumas autoridades, inclusive na Alemanha, têm até pago para obter informações sobre supostos sonegadores de impostos.
Henry disse que o movimento de dinheiro dos super-ricos em todo o mundo é feito por "facilitadores profissionais nas áreas de private banking e nas indústrias de contabilidade, jurídica e de investimento".
"As receitas fiscais perdidas são enormes. Grandes o suficiente para fazer uma diferença significativa nas finanças de muitos países".
"Por outro lado, esse estudo é realmente uma boa notícia. O mundo acaba localizado a uma pilha enorme de riqueza financeira que pode ser chamada a contribuir para a solução dos nossos mais prementes problemas mundiais", disse ele.

'Escolha política'

John Christensen, diretor da Tax Justice Network, afirmou à BBC Brasil que as elites de países que hoje enfretam crises, como a Grécia, têm uma longa tradição de envio de recursos para paraísos fiscais.
Segundo ele, os tributos que poderiam ser recolhidos sobre o dinheiro em paraísos fiscais seria "mais do que suficiente para manter os serviços públicos e erradicar a pobreza nestes países".
"Eu e outros economistas vimos dizendo que austeridade é uma questão de escolha. Há muitos anos, os governos sabem que há recursos em paraísos fiscais. Nós apenas quantificamos isso. Mas muitos governantes optam por não taxar estes recursos. Até porque eles próprios estão entre os que remetem para os paraísos fiscais".
Outras descobertas do estudo incluem:
  • No final de 2010, os 50 principais bancos privados movimentaram mais de US$ 12,1 trilhões entre fronteiras para clientes privados.
  • Os três bancos privados que manipulam a maior parte dos ativos offshore são UBS, Credit Suisse e Goldman Sachs.
  • Menos de 100 mil pessoas em todo o mundo detêm cerca de US$ 9.8 trilhões em ativos offshore.

Ricos brasileiros têm quarta maior fortuna do mundo em paraísos fiscais


Atualizado em  22 de julho, 2012 - 11:43 (Brasília) 14:43 GMT
Imagem: Agencia Brasil
Ricos brasileiros são os quartos no mundo em remessas a paraísos fiscais
Os super-ricos brasileiros detêm o equivalente a um terço do Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas produzidas do país em um ano, em contas em paraísos fiscais, livres de tributação. Trata-se da quarta maior quantia do mundo depositada nesta modalidade de conta bancária.
A informação foi revelada este este domingo por um estudo inédito, que pela primeira vez chegou a valores depositados nas chamadas contas offshore, sobre as quais as autoridades tributárias dos países não têm como cobrar impostos.
O documento The Price of Offshore Revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network, mostra que os super-ricos brasileiros somaram até 2010 cerca de US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão) em paraísos fiscais.
O estudo cruzou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais para chegar a valores considerados pelo autor.
Em 2010, o Produto Interno Bruto Brasileiro somou cerca de R$ 3,6 trilhões.

'Enorme buraco negro'

O relatório destaca o impacto sobre as economias dos 139 países mais desenvolvidos da movimentação de dinheiro enviado a paraísos fiscais.
Henry estima que desde os anos 1970 até 2010, os cidadãos mais ricos desses 139 países aumentaram de US$ $ 7,3 trilhões para US$ 9,3 trilhões a "riqueza offshore não registrada" para fins de tributação.
A riqueza privada offshore representa "um enorme buraco negro na economia mundial", disse o autor do estudo.
"Instituições como Bank of America, Goldman Sachs, JP Morgan e Citibank vêm ofrecendo este serviço"
John Christensen, diretor Tax Justice Network
Na América Latina, chama a atenção o fato de, além do Brasil, países como México, Argentina e Venezuela aparecerem entre os 20 que mais enviaram recusos a paraísos fiscais.
John Christensen, diretor da Tax Justice Network, organização que combate os paraísos fiscais e que encomendou o estudo, afirmou à BBC Brasil que países exportadores de riquezas minerais seguem um padrão. Segundo ele, elites locais vêm sendo abordadas há décadas por bancos, principalmente norte-americanos, pára enviarem seus recursos ao exterior.
"Instituições como Bank of America, Goldman Sachs, JP Morgan e Citibank vêm oferecendo este serviço. Como o governo americano não compartilha informações tributárias, fica muito difícil para estes países chegar aos donos destas contas e taxar os recuros", afirma.
"Isso aumentou muito nos anos 70, durante as ditaduras", observa.

Quem eniva

Segundo o diretor da Tax Justice Network, além dos acionistas de empresas dos setores exportadores de minerais (mineração e petróleo), os segmentos farmacêutico, de comunicações e de transportes estão entre os que mais remetem recursos para paraísos fiscais.
"As elites fazem muito barulho sobre os impostos cobrados delas, mas não gostam de pagar impostos", afirma Christensen. "No caso do Brasil, quando vejo os ricos brasileiros reclamando de impostos, só posso crer que estejam blefando. Porque eles remetem dinheiro para paraísos fiscais há muito tempo".
Chistensen afirma que no caso de México, Venezuela e Argentina, tratados bilaterais como o Nafta (tratado de livre comércio EUA-México) e a ação dos bancos americanos fizeram os valores escondidos no exterior subirem vertiginosamente desde os anos 70, embora "este seja um fenômeno de mais de meio século".
O diretor da Tax Justice Network destaca ainda que há enormes recursos de países africanos em contas offshore.

La Alianza del Pacífico es un proyecto político contra el Mercosur, el Alba y la UNASUR


La dictadura de las transnacionales

Economía Crítica


La Alianza del Pacífico es en realidad un proyecto político contra el Mercosur, el Alba y la propia UNASUR. En el centro de esta iniciativa, que estará vigente antes de fines de año cuando sus cuatro fundadores: México, Perú, Colombia y Chile (todos con TLC con Estados Unidos) depositen sus ratificaciones y pasen 60 días, encontramos el blindaje a los inversores así violen las leyes o sus propios contratos con los estados. A continuación dos casos de abuso transnacional para tener presente que el chantaje de las inversiones que promueve la Alianza del Pacífico.
Es una vergüenza para la dignidad latinoamericana que el Perú lidere junto con Colombia, Chile y México un proyecto político e ideológico como la Alianza del Pacífico. Pues además de jugar para los intereses geoestratégicos norteamericanos cuyo objetivo en la región es aislar a los países Mercosur y Alba, somete a la población a una dictadura de los inversores transnacionales.

Basta ver el atropello jurídico contra Ecuador por parte del CIADI y UNCITRAL (paneles de arbitraje entre inversores y estados del Banco Mundial y Naciones Unidas respectivamente) para constatar el chantaje al que Humala, Santos, Piñera, Peña Nieto y sus respectivos congresos en el que están metiendo a peruanos, colombianos, chilenos, mexicanos y -vía TLC- a varios más.

El caso OXY versus Ecuador gráfica esto muy bien. La ley de hidrocarburos de nuestro vecino establece que si un concesionario petrolero quiere vender todo o parte de su concesión a un tercero, debe tener aprobación del estado ecuatoriano. Si no lo hace, la ley faculta al gobierno a caducar la concesión. La OXY se zurró en la ley y vendió el 40 por ciento de su concesión en el 2006. Lógicamente, la respuesta de un gobierno fuerte como el de Correa fue declarar la caducidad. Y no obstante que el contrato OXY-Ecuador señala con claridad que no procede un arbitraje en este caso, la todopoderosa transnacional del petróleo demando ante el CIADI, quien se declaró competente a pesar de lo pactado entre las partes.

  Contra toda lógica jurídica, el CIADI estableció que aún cuando la OXY violó ley y contrato, la respuesta ecuatoriana fue muy fuerte. Y con quién sabe qué criterio estableció que la culpa era compartida en un 25% para la OXY y un 75% para el estado. Como también estableció que la empresa perdería 2,500 millones de dólares por la caducidad, Ecuador pagaría 1,700 millones de acuerdo a su cuota de “responsabilidad”, lo que más intereses quedó en 2,300 millones. Todo esto en base al Tratado Bilateral de Inversiones (TBI) que firmó Ecuador con Estados Unidos en 1997.

Lo de Chevrón es peor, porque demandó a Ecuador en UNCITRAL, por un lío de TEXACO (empresa que adsorbió) 5 años antes de la firma del TBI. Y encima lo demandó porque un tribunal ecuatoriano sentenció a CHEVRON-TEXACO a reparar el daño ambiental y a la salud que había ocasionado a comunidades indígenas. Y eso que la empresa se pasó años evitando que el juicio se haga en Nueva York aduciendo que el juez competente debía ser ecuatoriano.

Como perdió, no tuvo mejor idea que demandar a Ecuador y ganarle 18 mil millones de dólares en el arbitraje internacional, porque es muy raro que en estos procesos pierdan los inversores.

La Alianza del Pacífico se basa en proteger inversiones principalmente, poniendo en un altar a mecanismos como el CIADI y UNCITRAL. Por dignidad, deberíamos deshacer ese tipo de integración que no integra a nadie, sino que nos somete al lucro transnacional. 

Carlos Alonso Bedoya es Abogado y periodista peruano miembro de Latindadd y columnista del diario La Primera.
Fuente: http://www.latindadd.org/economiacritica/?p=1824

Novos acordos comerciais EUA & UE visam a debilitar o papel do Estado


Nuevas amenazas al papel del Estado

Red del Tercer Mundo




Dos nuevos acuerdos comerciales que involucran a Estados Unidos y la Unión Europea suponen un debilitamiento del papel del Estado en la economía. Se trata del Acuerdo Estratégico Transpacífico de Asociación Económica (TPP) y del Acuerdo Transatlántico sobre Comercio e Inversión (TTIP). Es necesario que los países del Sur les presten atención, por las graves repercusiones que pueden tener en sus planes y perspectivas de desarrollo. Si bien en las últimas décadas ha habido una ola de privatizaciones en los países ricos y en desarrollo, en muchos de estos últimos el Estado todavía conserva la propiedad o controla empresas de servicios públicos y de infraestructura, bancos y algunas industrias estratégicas que juegan un papel importante.

Las empresas privadas también reciben asistencia y apoyo del Estado de muchas maneras, incluso a través de préstamos a pequeñas y medianas empresas y agricultores, subvenciones y exenciones fiscales para la investigación y el desarrollo o la adquisición de tecnología, preferencias en la contratación pública y el suministro de infraestructura.
Aunque los países conceden incentivos a las empresas extranjeras, como la exención de impuestos, el Estado también tiene un tratamiento especial para las empresas locales, bajo la forma de contratos públicos y concesiones, subvenciones y créditos más baratos que los habituales. Pero su función en el desarrollo de los países del Sur está sufriendo el ataque de los países desarrollados. Lo promueven las grandes empresas con sede en Estados Unidos, Europa y Japón, que procuran entrar en los mercados de los países en desarrollo, fuente de sus futuros beneficios.
Para las empresas transnacionales, el apoyo del Estado a las empresas nacionales en los países en desarrollo es un obstáculo a su búsqueda de una mayor cuota de mercado. Procuran así cambiar la visión del mundo de esos países y su marco de políticas públicas, como forma de limitar el papel de las empresas estatales y frenar el apoyo del gobierno a las empresas privadas locales. Los dos últimos grandes intentos para lograrlo han sido a través del TPP y el TTIP,el acuerdo entre Estados Unidos y la Unión Europea cuya primera ronda de negociación tuvo lugar este mes en Washington.

Una parte importante del TPP es un subcapítulo sobre las empresas de propiedad estatal, que se negoció en Kota Kinabalu, Malasia. Estados Unidos y Australia lideran la acción para imponer reglas que disciplinen la intervención estatal en la economía, a través de un enfoque a dos puntas. En primer lugar, buscan que los gobiernos se comporten de una manera “no discriminatoria”, en especial cuando compran o venden bienes y servicios. Esto incluye que no puedan dar preferencias o incentivos a las empresas locales. En segundo lugar, procuran que las empresas vinculadas al gobierno no reciban ventajas con relación a otras empresas en las actividades comerciales. Por supuesto, los países desarrollados que proponen esto están pensando en sus empresas: cómo pueden conseguir un mayor acceso a los mercados de los países en desarrollo.

En el TTIP, la Unión Europea está preparando un subcapítulo sobre las empresas de propiedad estatal, con reglas muy similares a lo que Estados Unidos y Australia proponen en el TPP.

Aunque el Acuerdo Transatlántico solo involucra directamente a Europa y Estados Unidos, las normas que establece están destinadas a tener consecuencias para otros países. Los dos gigantes económicos prevén que estas normas se conviertan en modelos para futuros acuerdos bilaterales que incluyan también a los países en desarrollo. Además, esperan que sean internacionalizadas en la Organización Mundial del Comercio.

El documento de posición de la Unión Europea sobre las empresas estatales expresa que su objetivo es “crear una norma ambiciosa y amplia para disciplinar e influenciar la participación del Estado en las empresas privadas y públicas”, que “esto puede allanar el camino para que otros acuerdos bilaterales sigan un criterio similar y, por último, contribuyan a un futuro compromiso multilateral”.

En otras palabras, si los planes de Estados Unidos y la Unión Europea tienen éxito, las restricciones a la función del Estado y la reducción del espacio de actuación de las empresas que controla se convertirán en el camino futuro para todos los países.

Los países del Sur que lograron su desarrollo económico lo hicieron porque pudieron combinar las funciones de los sectores público y privado en una asociación que redundó en un beneficio general para el país. Japón, Corea del Sur, Malasia, Singapur y China han sido pioneros en este modelo de colaboración entre el sector público y el privado.
Los pocos países del Sur que pudieron alcanzar el desarrollo contaron todos con el impulso de un “Estado de desarrollo”, o con el liderazgo del gobierno para establecer el marco de la estrategia económica, así como con la colaboración entre el Estado, las empresas estatales y las sociedades comerciales.

Si los países del Sur deben finalmente cumplir nuevas normas internacionales que limiten el papel del Estado y reformulen la estructura de su economía, sus perspectivas de desarrollo se verán seriamente afectadas.

Martin Khor, Fundador de TWN y director ejecutivo de South Centre.

http://agendaglobal.redtercermundo.org.uy/2013/07/24/nuevas-amenazas-al-papel-del-estado/

Monsanto, Gobierno de EE.UU. y Ejército, unidos contra los ecoactivistas



rt.com


Monsanto podría colaborar con el Ejército y el Gobierno de EE.UU. en su lucha contra los ecoactivistas y los científicos independientes que estudian los efectos adversos de los productos genéticamente modificados, según un periódico alemán.
El informe 'El siniestro grupo Monsanto: Del 'agente naranja' al maíz genéticamente modificado', publicado por el diario alemán 'Süddeutsche Zeitung', decribe cómo los partidarios y exempleados de las compañías transgénicas han declarado una 'ciberguerra' contra los ecoactivistas y los científicos independientes, poniendo como ejemplo la multinacional Monsanto, cuyos empleados a veces ocupaban altos cargos en el Gobierno de EE.UU., instituciones oficiales, y algunos de los cuales tienen estrechos vínculos con el estamento militar e incluso la CIA.

"Un vistazo al mundo de Monsanto demuestra que las empresas que suministraron el pesticida 'agente naranja' a los militares de EE.UU. durante la guerra de Vietnam tenían una estrecha relación con el poder central en Washington, con personas de la esfera de los servicios secretos de EE.UU. y con las compañías privadas de seguros", escriben los autores del informe.

Como ejemplo, los autores citan el caso de una científica australiana, Judy Carman, que fue sometida a fuertes críticas por los partidarios de Monsanto. Los sitios donde aparecieron sus trabajos sobre los organismos genéticamente modificados fueron atacados por 'hackers' que aparentemente tenían nexos con los militares estadounidenses.

"Las evaluaciones de los archivos de registro de propiedad intelectual demuestran que no solo Monsanto visita esas páginas con regularidad, sino también diversas organizaciones del Gobierno de EE.UU., incluidos los militares. Entre estos últimos figuran el Centro Navy Red de Información, la Administración Federal de Aviación y el Centro de Inteligencia del Ejército de EE.UU., una institución del Ejército que instruye a los soldados en la recopilación de información", dice el informe.

Fuente: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/101575-monsanto-gobierno-eeuu-ejercito-ecoactivistas
Monsanto, Gobierno de EE.UU. y Ejército, unidos contra los ecoactivistas

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/101575-monsanto-gobierno-eeuu-ejercito-ecoactivistas

Los peores experimentos con humanos realizados por EE.UU

En el pasado de Estados Unidos abundan los experimentos inhumanos que afectaban tanto a otros países como a sus propios ciudadanos.
ublicado: 27 jul 2013 | 19:19 GMT - rt
A continuación le ofrecemos algunos de los más crueles.  

MKULTRA, Subproyecto 68 


El proyecto de la CIA MKULTRA, que pretendía encontrar métodos para controlar la mente, pagó al doctor Donald Ewen Cameron, quien encabezó experimentos en el marco del Subproyecto 68. 

En su Instituto Memorial Allen en Montreal el doctor sometía a los pacientes ingresados con depresión bipolar o trastornos de ansiedad a una 'terapia' que les dejó serios daños y alteró sus vidas de manera irreparable. 

Entre 1957 y 1964 Cameron sometió a sus pacientes a una terapia electroconvulsiva, que sobrepasaba en 30-40 veces las normas.  

 

Ponía a los pacientes en estado de coma inducido por drogas durante meses y reproducía cintas con declaraciones simples o ruidos repetitivos una y otra vez. Las víctimas olvidaron cómo hablar, de sus padres y sufrieron amnesia grave.  

Todo esto ello se perpetró contra ciudadanos canadienses porque la CIA probablemente consideraba demasiado arriesgado realizar estas prácticas en estadounidenses.  

Para lograr de que el proyecto siguiera financiándole, Cameron involucró a niños en los experimentos y en una ocasión indujo a un niño a tener sexo con un alto funcionario gubernamental. La grabación de esta escena la utilizó para realizar chantajes. 

Soldados en cámaras de gas mostaza 


A medida que se intensificaba la investigación de las armas químicas en los años 40, el Gobierno de EE.UU. no vaciló a la hora de involucrar al personal militar en sus experimentos. 

Para probar la eficacia de las armas y métodos de defensa, se utilizaba gas mostaza y otros productos químicos que dejaban quemaduras en la piel y arruinaban los pulmones sin que los soldados lo consintieran o conocieran el experimento. 

Probaban máscaras antigás y ropas de protección encerrando a los soldados en cámaras de gas, una práctica que evoca las imágenes de la Alemania nazi. 

Entre los agentes utilizados se encontraba la lewisita, compuesto que fácilmente penetra la ropa e incluso la goma. 

Al contactar con la piel, el gas inmediatamente provoca un dolor extremo, picor, hinchazón y erupción. Grandes ampollas llenas de líquido se desarrollan 12 horas después de la exposición en forma de quemaduras químicas sumamente graves. Y eso solo en el contacto de la piel con el agente. 

La inhalación del gas provoca un ardor en los pulmones, estornudos, vómitos y edema pulmonar. 

Lo que se refiere al gas mostaza, sus efectos son asintomáticos hasta aproximadamente 24 horas después de la exposición. Sus efectos primarios incluyen quemaduras graves que se convierten con el tiempo en ampollas llenas de fluido amarillo. 

El gas mostaza tiene propiedades mutágenas y cancerígenas que han matado a muchas personas expuestas. Aunque hay un tratamiento disponible, las quemaduras del gas mostaza se curan muy lentamente y son extremadamente dolorosas. Las quemaduras que el gas deja sobre la piel son a veces irreparables. 



Pulverización de ciudades con agentes químicos


Las Fuerzas Armadas de EE.UU. y la CIA realizaron una serie de simulaciones de ataques químicos y biológicos contra varias ciudades estadounidenses a mediados del siglo pasado para entender los efectos qué se deben esperar en caso de un ataque real.   

Se llevaron a cabo los siguientes ataques aéreos/navales: 

- La CIA dispersó el virus de tos ferina en la bahía de Tampa, usando barcos. Como consecuencia estalló una epidemia de tos ferina, que dejó 12 personas muertas. 

- La Marina de guerra roció San Francisco con bacterias patógenas y por ello muchos ciudadanos padecieron neumonía. 

- El Ejército soltó millones de mosquitos portadores de la fiebre amarilla y el dengue sobre Savannah, estado de Georgia, y Avon Park, Florida. El enjambre produjo a sus ciudadanos muchos problemas respiratorios, fiebre tifoidea, y niños nacidos muertos. 

Después de estos ataques, llegaban militares disfrazados de trabajadores sanitarios a las zonas afectadas. Mientras estaban ayudando a las víctimas, su intención secreta era estudiar y registrar los efectos a largo plazo de todas las enfermedades que padecían. 

 

Infección de guatemaltecos con enfermedades venéreas  


El Gobierno de Guatemala ha determinado que más de 2.000 personas fueron infectadas con sífilis, gonorrea o cancroide sin su conocimiento (según otros datos, más de 5.000 guatemaltecos) en los años 40, mientras que EE.UU. sitúa la estimación en algo más de 1.300 personas. 

El objetivo de estos experimentos, dirigidos por el médico estadounidense John Cutler, era averiguar si la penicilina podía ser usada “para prevenir enfermedades de transmisión sexual” y para ello emplearon a prostitutas, exmilitares, enfermos mentales, huérfanos y presidiarios. 

Los experimentos, que nunca fueron publicados, se conocieron en 2010 después de que la profesora de la Universidad de Wellesley, Susan Reverby, se topara con ellos por casualidad. 

No se ha encontrado ningún informe sobre las conclusiones del experimento, pero sí hay datos personales de los pacientes y cuadros médicos según los cuales hubo al menos 83 víctimas mortales. 

LSD


La CIA realizó entre los años 1953 y 1964 experimentos con miles de civiles y militares estadounidenses con la droga alucinógena LSD y otras sustancias sin que supieran lo que les estaban haciendo.  

Según una reciente filtración de documentos confidenciales de la agencia, además del Ejército, algunos experimentos se llevaron a cabo en playas, bares y restaurantes donde los agentes supuestamente colocaron el narcótico en las bebidas de los clientes. 

Durante una década, la CIA llevó a cabo sus experimentos clandestinos, persiguiendo a sus 'blancos' y observando su conducta. Algunas de las víctimas que participaron en las pruebas sufrieron convulsiones y paranoia, mientras que otros murieron. 

'Agente naranja' contra presos


Además de usar ampliamente como defoliante el producto tóxico durante la Guerra de Vietnam, que produjo varias enfermedades y mutaciones genéticas en generaciones subsecuentes, el Gobierno estadounidense probó el 'agente naranja' en presos voluntarios de una cárcel de Filadelfia, haciéndolo pasar por una "investigación dermatológica". 

Los experimentos, que se realizaron entre 1951 y 1974, fueron encabezados por el doctor Albert Kligman. 
Los presos recibían pagos por permitir la aplicación de inyecciones de dioxina, uno de los componentes del 'agente naranja'. Entre los efectos que sufrieron los presos estaban las erupciones (cloracné) en las mejillas, detrás de las orejas, axilas e ingle.  


Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/101246-conejitos-indias-eeuu-experimentos-humanos

Bradley Manning Culpable en el mundo del revés




La jueza del tribunal militar absolvió a Bradley Manning de la acusación más grave, "ayudar al enemigo", pero lo halló culpable de infracción al Acta de Espionaje, en cargos múltiples. Los cargos podrían conllevar una larga condena. La etapa de sentencia se inicia el miércoles 31 de julio, y podría durar semanas.Los organismos de derechos humanos y activistas por la libertad de expresión señalaron de manera unánime el grave precedente de condenar a un denunciante de conciencia por espionaje.
El segundo punto de amplia coincidencia es que el gobierno de EE.UU., con este veredicto, está enviando un mensaje a potenciales denunciantes de conciencia, y que el mensaje es: "si revelas secretos o acciones ilegales te perseguiremos y te destruiremos".
El tercer punto más mencionado fue la inversión de valores. Mientras que las personas involucradas en acciones ilegales, crímenes de guerra o tortura no han cumplido ni un día en la cárcel, Bradley Manning está en el banquillo de los acusados y frente al prospecto de pasar décadas preso. Assange recordó que los querellantes no nombraron una sola víctima de Manning porque no existe.
Síntesis de algunas de las reacciones al veredicto.

Amnistía Internacional -Widney Brown, directivo de la organización: "Las prioridades del gobierno de EE.UU. están invertidas. El gobierno se ha negado a investigar las denuncias creíbles de tortura y otros crímenes según las leyes internacionales a pesar de la abrumadora evidencia existente. Sin embargo, decidió enjuiciar a Bradley Manning, quien parecía que trataba de hacer lo correcto al revelar pruebas de comportamiento ilegal por parte del gobierno. [...] Los cientos de miles de documentos que Manning pasó a WikiLeaks incluían videos y carpetas que mostraban potenciales violaciones de derechos humanos -e infracciones a las leyes humanitarias internacionales- por parte de las fuerzas armadas de EE.UU. y por la CIA. Significa una deterioro de la responsabilidad cuando el gobierno de EE.UU. es tan selectivo sobre qué conductas elige investigar y llevar a juicio. Esto queda particularmente claro cuando se demuestra voluntad para castigar a aquellos que revelan conductas ilegales del gobierno mientras que por el otro lado, protegen a los que participaron u ordenaron tales comportamientos ilegales. [...] Es difícil no sacar la conclusión de que el juicio de Manning tiene como objetivo enviar un mensaje: el gobierno de EE.UU. te perseguirá implacablemente si estás pensando en revelar evidencia de conductas ilegales."
Nathan Fuller , integrante de Bradley Manning Support Network (Red de apoyo a Manning): "Siento un alivio de que haya sido hallado inocente del cargo de "ayudar al enemigo. Sin embargo, es deprimente que, al haber sido hallado culpable de todos esos cargos, Bradley quizás tenga por delante décadas de cárcel".
The New York Times -Consejo Editorial: "Veredicto mixto sobre Manning. Pone de manifiesto un aparato de seguridad nacional que ha sufrido una metástasis hacia el ejercicio descontrolado de secretos gubernamentales."
Bill Keller (periodista y ex director ejecutivo del periódico): "En los casos de los mega-filtradores Manning y Snowden el mensaje enviado por el gobierno de EE.UU. ha sido claro y brutal: si piensas revelar información secreta, piénsalo de nuevo, porque te vamos a perseguir y te vamos a aplastar. [...] Incluso aunque no fuera hallado culpable del cargo de 'ayudar el enemigo', fue hallado culpable en cargos que podrían sumar hasta 100 años de cárcel... El juicio a Manning indica que si alguna vez el gobierno de EE.UU. logra capturar a Snowden -quien todavía acampa en un área de tránsito del aeropuerto moscovita de Sheremetyevo- no tendrá ninguna compasión con él".
The Huffington Post, el periodista Matt Sledge advierte: "Si Manning fuera condenado a un periodo cualquiera en la cárcel, la sentencia marcaría un abrupto contraste con aquella de los soldados que estuvieron involucrados en crímenes de guerra. Después de las matanzas de Haditha, Irak, en 2005, donde murieron 24 personas desarmadas, el único soldado enjuiciado fue bajado de rango y tuvo una reducción de salario".
Norman Solomon, - co-fundador de RootsAction.org , director del Institute for Public Accuracy y periodista de CounterPunch : "El veredicto de una jueza militar no puede cambiar el veredicto moral emitido por gente de todo el mundo, en reciprocidad con lo expresado por Bradley Manning en internet unos días antes de su arresto: 'No puedo separarme de los demás. Me siento conectado con la gente... como si fueran familiares'. El problema del gobierno de EE.UU. no era que Manning tuviera esos sentimientos. El problema fue que Manning pusiera en práctica esos sentimientos. Preocuparse por los demás era una cosa. Otra cosa era plasmar esa preocupación en hechos -con solidaridad motivada por la empatía hacia los demás."  
Julian Assange, WikiLeaks : "Este es el primer caso de que un denunciante de conciencia haya sido condenado por espionaje. Esto sienta un precedente peligroso y es un ejemplo de extremismo de seguridad nacional. [...] Los querellantes no presentaron ninguna evidencia -ni siquiera el reclamo- de que una sola persona hubiera sido perjudicada por las revelaciones de Bradley Manning. [...] La única 'víctima" fue el orgullo herido del gobierno de EE.UU. [...] Los abusos sufridos por este joven honesto han generado disgusto en el mundo al ver cuan bajo ha caído el gobierno de Obama, cuyo accionar no mostró fuerza sino debilidad. [...] La jueza permitió que los querellantes modificaran sustancialmente los cargos después de que la defensa y la fiscalía habían finalizado las presentaciones. Permitió asimismo que los querellantes llevaran 141 testigos al estrado y un extenso caudal de testimonios secretos. El gobierno mantuvo a Bradley Manning en una jaula, desnudo y en aislamiento para quebrar su moral, un acto formalmente condenado por el Relator Especial sobre Tortura de la ONU. Manning no tuvo jamás un juicio justo. El gobierno de Obama fue minando las libertades democráticas, y el veredicto de hoy ha causado un mayor deterioro. El gobierno está decidido a disuadir y silenciar a los denunciantes de conciencia, está decidido a debilitar la libertad de prensa. La Primera Enmienda afirma que "el Congreso no puede hacer ninguna ley que restrinja la libertad de expresión o de prensa". ¿Qué parte del "no puede" es tan difícil de entender para Barack Obama?".Unión por las libertades civiles de EE.UU. (ACLU): "Aunque estamos aliviados de que Manning fuera absuelto del cargo más peligroso (ayudar al enemigo), la ACLU desde siempre ha sostenido que revelar información a la prensa en pos del interés público no puede ser enmarcado dentro del Acta de Espionaje. [...] Queda claro que el gobierno quiere intimidar a cualquier persona que piense revelar información valiosa en el futuro".
Desde el campo opuesto, los senadores de EE.UU. que hablaron públicamente celebraron el veredicto de culpabilidad por espionaje, lamentaron que Manning no hubiera sido condenado por ayudar al enemigo y aprovecharon la oportunidad para amenazar a Edward Snowden. Dave Weigel, blogger del sitio web Slate, reportó las siguientes reacciones.
Senadora Susan Collin , republicana de Maine, miembro del Comité de Homeland Security y del Comité de Inteligencia: "Creo que reveló información muy perjudicial para nuestro país. No está en la misma categoría que las traiciones de Snowden pero es muy serio igual..."
 Senador Richard Burr de Carolina del Norte, miembro del comité de inteligencia: "Si vemos los cargos en los que fue encontrado culpable, hay una cantidad importante de años de cárcel, probablemente 20 años. Ahora estoy enfocado en tratar de hallar a Snowden y llevarlo a juicio. Creo que a muchos esto les quitará la motivación para filtrar información. No creo que nadie quiera ir a la cárcel".
¿Cuál fue la reacción del presidente de EE.UU. frente al veredicto? No la hubo hasta ahora. En realidad no hace falta, puesto que en abril de 2011 Obama declaró a la prensa que Manning "actuó en contra de la ley". Actuar en contra de la ley implica culpabilidad. Obviamente que Obama - abogado constitucionalista y académico en leyes- no ignora el principio básico de que toda persona es inocente hasta que se pruebe lo contrario. Su frase fue un anuncio público que el estado de derecho, la división de poderes y las libertades democráticas de los ciudadanos terminan en el instante en que se atrevan a actuar contra las injusticias o ilegalidades gubernamentales.
Rebelión ha publicado este artículo con el permiso de la autora mediante una licencia de Creative Commons, respetando su libertad para publicarlo en otras fuentes.