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sexta-feira, 11 de abril de 2025
Tomas de Aquino comentário sobre de veritate bbb
https://revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/450/298
Resumo:Estas reflexões têm como objetivo demonstrar como a teoria da verdade de Santo Tomás de Aquino é subtilizada entre o início e a maturidade da sua vida intelectual. Para atingirmos este objetivo, servir-nos-emos de duas obras de Santo Tomás de Aquino. Primeiramente, estudaremos o De Veritate, que trata da verdade como um transcendental e insiste sobre o fato de que ela está primeiramente nas coisas. Em segundo lugar, o nosso estudo será concentrado na Summa Theologiae. Esta obra apresenta uma subtilização do pensamento de Santo Tomás na medida em que ele introduz uma reinterpretação da verdade segundo a qual ela, ainda que sendo um transcendental que acompanha todo o ser, é antes algo próprio do intelecto. Quanto à primeira obra, analisaremos o primeiro artigo da primeira questão, que trata da natureza da verdade e do fato de o ente a preceder. Com relação à segunda, examinaremos o primeiro artigo da décima sexta questão da Prima Pars, no qual o Doctor Angelicus questiona se a verdade se encontra na coisa, ou tão somente no intelecto.Palavras-chave:Santo Tomás de Aquino. Verdade. Intelecto. Transcendental. Deus.Abstract: These reflections aim to demonstrate how Saint Thomas Aquinas’s theory of truth is refined from the beginning to the maturity of * Lúcio Souza Lobo é Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal doParaná (UFPR). Contato: luciosouzalobo@gmail.com ** Marco Antônio Pensak é Mestrando em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná(UFPR). Contato: marcopensak@icloud.comCOLETÂNEA Rio de Janeiro v. 23 n. 46 p. 291-308 jul./dez. 2024 www.revistacoletanea.com.br
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Lição medieval atualíssima sobre o caráter do debate na atualidade.
ResponderExcluir"Repare em qualquer debate hoje. O padrão é um só: pegar a versão mais burra do argumento do outro lado e destruí-la com aplausos.
Agora veja como Tomás de Aquino escrevia. Cada questão dele começa não com a opinião própria, mas com os argumentos contrários, apresentados com força total. Primeiro as objeções, uma a uma, no melhor da sua forma. Depois uma autoridade em sentido oposto. Só então a resposta. E, no fim, a réplica a cada objeção inicial, sem pular nenhuma.
do site "Clube de filosofia"
Era o formato da quaestio disputata, o método da universidade medieval. Sete séculos antes da expressão existir, era o hábito de só responder ao adversário em sua melhor versão. Ver menos