segunda-feira, 13 de abril de 2026

crise da representação - ntm

[PDF] Complexidade e crise da representação J Bindé - Candido Mendes (org.), 2003 Citar Citado por 22 Artigos relacionados Todas as 3 versões [PDF] precog.com.br A crise da representação e o contrato de veridicção no romance JL Fiorin - Revista do GEL, 2008 Citar Citado por 25 Artigos relacionados Todas as 5 versões [PDF] gel.org.br [PDF] A crise da representação moderna Registros de representação semiótica em matemática: história, epistemologia, aprendizagem CR Flores - Bolema: boletim de educação matemática, 2006 Citar Citado por 66 Artigos relacionados Todas as 8 versões [PDF] unesp.br Um primeiro estudo histórico e conceitual do seminário “Epistemologia e representações sociais”, conduzido por Serge Moscovici e Denise Jodelet em 1994 BV Camargo - Psicologia e Saber Social, 2016 Citar Citado por 16 Artigos relacionados Todas as 6 versões [PDF] uerj.br [B] Por uma epistemolo Teoria da representação e filosofia pagina do google https://www.google.com/search?q=teoria+da+representa%C3%A7%C3%A3o+filosofia&rlz=1C1UEAD_enBR1151BR1151&oq=filosofia+representa%C3%A7%C3%A3lok&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqCggCEAAYCBgNGB4yBggAEEUYOTIICAEQABgNGB4yCggCEAAYCBgNGB4yCggDEAAYCBgNGB4yBwgEEAAY7wXSAQkxNDU3NWowajeoAgCwAgA&sourceid=chrome&ie=UTF-8 Visão geral criada por IA +9 A Teoria da Representação na filosofia é um campo central da epistemologia e da filosofia da mente, preocupado em entender como nossos estados mentais, ideias ou linguagem "representam" ou "se referem" ao mundo exterior. Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) +2 Aqui estão os pontos principais sobre o tema: Conceitos Fundamentais O problema mente-mundo: Questiona como pensamentos subjetivos (internos) conseguem se conectar com objetos e fatos reais (externos). O sujeito predomina: Em muitas visões, a percepção da realidade é moldada pelas nossas próprias ideias. Significado e Referência: A representação envolve como palavras e conceitos adquirem significado e apontam para coisas no mundo. Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) +1 Contexto Histórico e Filosófico Antiguidade (Platão/Aristóteles): A discussão começa com o realismo, onde as representações mentais (formas) correspondem à estrutura da realidade. Modernidade (Racionalismo/Empirismo): Foca-se em como o conhecimento é construído no sujeito (representações mentais). Filosofia da Linguagem: Examina como proposições representam fatos, focando em referências e sentido. PUC-SP PUC-SP +3 Áreas Relacionadas Epistemologia (Teoria do Conhecimento): Analisa se nossas representações são verdadeiras e justificadas. Filosofia da Mente: Estuda a natureza dos estados mentais representacionais (intencionalidade). Filosofia da Linguagem: Investiga como a linguagem representa o mundo. Casa do Saber Casa do Saber +3 A teoria da representação é essencial para definir se conhecemos o mundo como ele é em si mesmo ou apenas as representações que construímos dele. Para Michel Foucault, a "crise da representação" não é apenas um evento histórico isolado, mas uma ruptura profunda na forma como o conhecimento é organizado no Ocidente. Esse conceito é explorado principalmente em sua obra As Palavras e as Coisas (1966). Universidade da Beira Interior Universidade da Beira Interior +1 Abaixo, os pontos fundamentais dessa crise e sua transição: 1. A Era da Representação (Idade Clássica) Durante os séculos XVII e XVIII, o conhecimento funcionava através da representação direta. Transparência: Acreditava-se que a linguagem era um espelho fiel do mundo. Ordenamento: Conhecer algo significava colocá-lo em uma tabela ou taxonomia (como na História Natural), onde o nome da coisa correspondia perfeitamente à sua essência visível. O Papel do Sujeito: O homem era o espectador que organizava essa representação, mas ele mesmo não era objeto de estudo científico. YouTube YouTube +1 2. A Ruptura e a Crise No final do século XVIII, essa "transparência" se quebra. Foucault identifica que os saberes começam a buscar o que está abaixo da superfície das coisas. YouTube YouTube +1 Linguagem como Objeto: A linguagem deixa de ser apenas uma ferramenta de representação e passa a ter sua própria história e estrutura (Filologia). Forças Invisíveis: Surgem conceitos que a representação clássica não consegue captar apenas olhando: a Vida (Biologia), o Trabalho (Economia) e a Linguagem (Linguística). Surgimento do Homem: É nesse momento de "crise" que nasce o "Homem" como objeto de saber — um ser que é, ao mesmo tempo, quem conhece e quem é conhecido. Universidade da Beira Interior Universidade da Beira Interior +4 3. Consequências na Modernidade A crise da representação marca a transição para a Episteme Moderna, onde: O mundo não é mais um "quadro" a ser lido, mas um conjunto de forças e profundidades. A verdade deixa de ser uma questão de "correspondência" entre palavra e coisa e passa a ser uma questão de história e poder. Na arte, Foucault exemplifica essa quebra com a análise de quadros como As Meninas, de Velázquez, onde o centro da representação (o rei e a rainha) está invisível, ou a obra de Magritte, que questiona a relação entre a imagem de uma pipa e a frase "Isso não é uma pipa". YouTube YouTube +3 Em resumo, a crise da representação em Foucault significa o fim da ilusão de que as palavras podem nomear as coisas de forma neutra e total, revelando que todo saber está mergulhado em estruturas de tempo, vida e linguagem que o transcendem