sábado, 12 de julho de 2025

CESAR FONSECA BBB

César Fonseca Favoritos · 28 min · 12.07.25 TARIFAÇO IMPERIALISTA INVIABILIZA TRIPÉ NEOLIBERAL, DESINDUSTRIALIZA BRASIL, ACELERA DESEMPREGO E ARROCHA SALÁRIOS CÉSAR FONSECA Fica bem claro que o tarifaço do presidente Donald Trump tem uma função específica, por trás de todo o barulho relativamente ao modo de sua ação imperialista, aparentemente, destemperada: transformar a periferia capitalista em mera consumidora dos produtos industrializados do capitalismo cêntrico. Trata-se de um transplante inverso ao que se verificou quando os Estados Unidos descolaram o dólar do padrão ouro nos anos 1970, acompanhado da abertura comercial e de capital, no processo de expansão da financeirização econômica. O Consenso de Washington, a partir dos anos 1980, forçou instalação do tripé neoliberal no capitalismo periférico, enquanto o capitalismo cêntrico ficou com o poder financeiro no sentido de determinar o processo de acumulação capitalista em escala global. Esse mecanismo de expansão imperialista do capital financeiro, porém, desindustrializou o capitalismo cêntrico, especialmente, o americano, devido à emergência da China, que, ao contrário do Brasil, por exemplo, não se rendeu ao tripé neoliberal: metas inflacionárias irrealistas, câmbio flutuante e superávits fiscais. A China ficou na dela, apostou nos bancos públicos e na tarefa de exercitar soberanamente a única variável econômica verdadeiramente independente sob capitalismo, que é a oferta da quantidade de moeda na circulação pela autoridade monetária, para: 1 – Elevar relativamente os preços; 2 – Diminuir relativamente os salários; 3 – Reduzir os juros para congelar dívida pública, e; 4 – Perdoar dívida dos investidores contratadas a prazo. Dessa forma, os investidores chineses superaram rapidamente a crise bancária de 2008, elevando os lucros, empregos, renda, consumo e melhor distribuição de renda, porque aumentaram a produtividade, de um lado, e diminuíram, de outro, o tempo de trabalho e, consequentemente, jornada de trabalho, ao mesmo tempo que cresceram poder de compra dos trabalhadores. Como os chineses, ao contrário dos americanos, não tinham como meta a economia de guerra, mas a proposição de expandir cooperação internacional, para competir, ganharam a corrida comercial e ampliaram a distribuição de renda. ALTERNATIVA BRASILEIRA Para correr atrás do prejuízo provocado pelo tripé neoliberal, cuja função essencial é a destruição do poder de compra dos trabalhadores, para aumentar a taxa de exploração de mais valia absoluta e relativa pelos capitalistas, a alternativa brasileira, no novo cenário protecionista, imposto pelos Estados Unidos, em busca de recuperação da indústria, é mudar a política econômica e abandonar o tripé. Os salários, com o tripé, estão condenados a terem sua remuneração igual à produtividade marginal do trabalho, ou seja, sem reajuste real, apenas como preço de custo. Nesse contexto, o argumento neoliberal é o de que o desemprego existente é sempre voluntário; se os trabalhadores aceitam o salário disponível, super arrochado pela superexploração, haverá, sempre, pleno emprego. Vale dizer, o pleno emprego, do ponto de vista neoliberal, não é, em sua totalidade, aceito pelos trabalhadores, já que o salário é tido, apenas, como custo de produção e não renda que promove desenvolvimento sustentável e melhor qualidade de vida. Desse modo, a industrialização, na periferia capitalista, tende a desaparecer, porque a financeirização descapitaliza totalmente os trabalhadores, beneficiando, tão somente, os rentistas e especuladores. FENÔMENO GLOBAL Como esse fenômeno, também, ocorre no capitalismo cêntrico, com a expansão da financeirização, que amplia a acumulação capitalista por meio do aumento da dívida pública, com especulação do juro, que cresce bem acima do PIB, acelerando a desigualdade social, o presidente Trump conquistou seu segundo mandato com a promessa de recuperar a indústria americana. A guerra tarifária de Trump, que se amplia contra velhos aliados – México, Canadá, Europa e, agora, o Brasil, onde é acrescido fator ideológico gerado pela aproximação brasileira dos BRICS – tem objetivo claro: levar para os Estados Unidos as indústrias que migraram, depois que o império se descolou do padrão ouro, nos anos 1970, dando início à financeirização especulativa global. Não é à toa que Trump disse em carta a Lula que se as indústrias migrarem para os Estados Unidos, lá receberão incentivos para produzir e gerar empregos. AMPLIAÇÃO SEM LIMITE DO IMPERIALISMO Portanto, a estratégia trumpista, promove, essencialmente, destruição dos concorrentes, no capitalismo periférico, de um lado, por meio do tripé neoliberal, e, de outro, continua ampliando economia de guerra, como fator de expansão e sobreacumulação de capital, tarefa só possível por meio da especulação, que aprofunda superexploração do trabalho, graças ao aumento da jornada de trabalho, com redução dos salários. Contra esses dois movimentos, os países da periferia capitalista não conseguem sobreviver, salvo se transformando em colônia, meros consumidores da indústria que o protecionismo trumpista transplanta da periferia para o centro. Para não se transformarem em semi capitalistas párias, incapazes de competir, têm, então, que mudar o modelo econômico baseado no tripé neoliberal. É o que o presidente do BNDES, economista Aloizio Mercadante, está dizendo: o mundo assiste à desarticulação total do neoliberalismo, ao qual o Brasil está amarrado por intermédio do arcabouço fiscal-neoliberal, na tentativa de crescer com déficit público zero, ou próximo de zero, como está programado para 2025, ou superávit fiscal de 0,25%, previsto para 2026. Tentar alcançar essas metas, depois que Trump baixou o tarifaço de 50% sobre exportações brasileiras para os Estados Unidos, torna-se impossível, mantido o tripé, que tende a levar a remuneração dos salários pela produtividade marginal do trabalho, como mero custo de produção, excluídos de qualquer valorização. Nesse contexto, aprofunda-se, radicalmente, a insuficiência relativa de consumo, visto que passa a vigorar, em toda a sua crueza econômica, o conceito de produtividade marginal do trabalho, como está acontecendo, depois do golpe neoliberal de 2016, que derrubou Dilma Rousseff. Ainda sem com

MAO ZEDONG TRANSIÇÃO BBB

Quem disse que uma pena de galinha não pode voar até o céu? 12 de julho de 2025 China , DR , Robert Scheer , Scheerpost , Instituto Tricontinental de Pesquisa Social , Vijay Prashad Compartilhe isso: E-mail Imprimir WhatsApp Reddit Canteiro de obras da Rodovia Nacional 312 da China. Fumikas Sagisavas, CC0, via Wikimedia Commons Em um dos momentos mais assustadores da história moderna, estamos fazendo o possível no ScheerPost para dissipar a névoa de mentiras que o encobre, mas precisamos de ajuda para pagar nossos redatores e funcionários. Considere fazer uma doação dedutível do imposto de renda . Por Vijay Prashad / Tricontinental: Instituto de Pesquisa Social Em 1957, Mao Zedong supervisionou a publicação de " A Ascensão Socialista no Campo da China" , uma coletânea de três volumes de artigos compilados pelo Partido Comunista da China para a educação política do campesinato. No ano seguinte, trechos desses volumes foram republicados em edições resumidas e regionais. Uma dessas edições incluía um relatório do Escritório do Movimento Cooperativo do Comitê Regional do Partido Comunista de Anyang, com uma introdução de Mao. O texto, intitulado "Quem Disse que uma Pena de Galinha Não Pode Voar até o Céu?", dá título a este boletim informativo. A tarefa da pena de galinha é a tarefa do socialismo: fazer o que muitos consideram impossível. Os camponeses de Anyang, escreveu Mao, enfrentavam uma escolha entre o capitalismo e o socialismo – embora qualquer construção socialista inevitavelmente carregasse traços do sistema capitalista, visto que deveria emergir das formas existentes de produção social. "Os pobres querem refazer suas vidas", escreveu Mao. "O velho sistema está morrendo. Um novo sistema está nascendo. As penas de galinha realmente estão voando para o céu". Mas Mao permaneceu cauteloso. No prefácio de outro artigo, "Eles Insistem em Tomar o Caminho da Cooperação" (20 de setembro de 1955), ele escreveu: O socialismo é algo novo. Uma luta severa deve ser travada contra os velhos costumes antes que o socialismo possa ser implementado. Em determinado momento, uma parte da sociedade é muito teimosa e se recusa a abandonar seus velhos costumes. Em outro momento, essas mesmas pessoas podem mudar de atitude e aprovar o novo. Desde que as forças socialistas se empenharam em construir uma sociedade livre dos resultados miseráveis do capitalismo, elas tiveram que lidar com o desafio de transcender as relações sociais preexistentes. Os mecanismos de alocação de recursos sob o sistema capitalista – como o "incentivo ao lucro" – criam as condições para o controle privado sobre os processos sociais, o que, por sua vez, gera enorme desperdício e desigualdade. Quando os socialistas tentaram imaginar uma sociedade sem a mercantilização do trabalho – uma das características definidoras do capitalismo –, eles se viram replicando o sistema salarial por meio de experimentos como os vales-trabalho baseados no tempo trabalhado. A transição para longe do trabalho mercantilizado não seria abrupta ou simples, mas sim um processo prolongado de luta para desmercantilizar áreas-chave da vida social (como saúde, educação e transporte) e criar mecanismos para que as pessoas adquirissem bens para uso pessoal por meios não salariais. Quando as forças socialistas assumiram o poder estatal – como na URSS após 1917 e na China após 1949 –, elas lutaram para construir formas elementares de socialismo enquanto navegavam pelos seguintes enigmas: Sistemas limitados para gestão de informações. As economias socialistas eram vastas e complexas, mas careciam de mecanismos adequados para coletar e processar todos os dados necessários para o planejamento eficaz de uma economia dinâmica – um desafio que persiste até hoje, apesar das poderosas tecnologias de computação. Incerteza fundamental na tomada de decisões. As autoridades de planejamento tiveram que tomar decisões orçamentárias e de investimento em condições de incerteza, especialmente porque os rápidos avanços na ciência e na tecnologia corriam o risco de tornar grandes investimentos obsoletos. Tensão entre o planejamento de longo prazo e a demanda de curto prazo. Os planos centrais frequentemente entravam em conflito com as mudanças nos gostos dos consumidores, dificultando o alinhamento do investimento planejado a longo prazo com os gostos e caprichos de curto prazo dos consumidores. Objetivos políticos conflitantes. Os objetivos econômicos nem sempre eram politicamente unificados, e visões conflitantes incorporadas em vários planos frequentemente levavam a formas agudas de burocratização. Não existe uma fórmula para superar esses e outros problemas enfrentados por projetos socialistas uma vez no poder estatal. Eles devem ser resolvidos experimentalmente – ou, como diz o ditado chinês, "atravessando o rio sentindo as pedras" (摸着石头过河). É apropriado, portanto, que a edição de junho de 2025 do Wenhua Zongheng , publicado pelo Instituto Tricontinental de Pesquisa Social e focado em " Experimentos Chineses na Modernização Socialista ", comece com um ensaio do escritor chinês Li Tuo intitulado "Sobre a Natureza Experimental do Socialismo e a Complexidade da Reforma e Abertura da China". Uma das principais percepções do fascinante ensaio de Li Tuo — que aborda desde a Comuna de Paris até a reforma e abertura da China — é que as revoluções socialistas, particularmente em países anteriormente colonizados ou economicamente subdesenvolvidos, não podem transitar diretamente para o "socialismo completo", mas devem passar por — citando Lenin — "uma série de tentativas variadas, imperfeitas e concretas de criar este ou aquele estado socialista". Gosto da ênfase em "este ou aquele Estado socialista". Não há um projeto, mas há exemplos que precisam ser estudados e histórias que precisam ser devidamente digeridas. É exatamente isso que Li Tuo faz em seu ensaio, que termina maravilhando-se com a criação do sistema ferroviário de alta velocidade na China. O próximo ensaio, escrito por Meng Jie e Zhang Zibin e intitulado "Política Industrial com Características Chinesas: A Economia Política das Instituições Intermediárias da China", examina a modernização socialista da China com a diligência que ela exige – não apenas com admiração, mas também por meio de um estudo aprofundado. Cada vez que ouço Meng Jie palestrar ou leio seu trabalho sobre a economia de mercado chinesa, fico profundamente impressionado com sua insistência em construir teorias a partir de pesquisa ativa nas próprias fábricas que produzem os bens para a China moderna. O ensaio de Meng Jie e Zhang Zibin não é diferente, baseando-se em pesquisa de campo conduzida em diversas fábricas ao longo da cadeia de suprimentos ferroviária de alta velocidade. O que os autores concluem é que o sistema de produção ferroviária de alta velocidade da China foi construído dentro do setor estatal, mas conceituado dentro de uma estrutura de "mercado construtivo", onde a "competição intragovernamental" serviu como motor da inovação. Em outras palavras, o Estado chinês construiu um mercado que envolvia não apenas um setor privado em busca de lucro, mas também um setor público orientado para o produto, com instituições competindo para atingir as metas de desenvolvimento nacional. O financiamento para todo esse sistema veio de instituições financeiras estatais que direcionaram a acumulação de capital para o uso social, em vez de meramente uma alta taxa de retorno. Como escrevem Meng Jie e Zhang Zibin, "O objetivo principal do capital estatal é implementar os objetivos da produção socialista e cumprir as tarefas estabelecidas pelos planos e estratégias nacionais de desenvolvimento". Este ensaio faz parte de um esforço mais amplo de Meng Jie e seus colaboradores para tentar compreender o sistema de relações de produção e inovação que a China desenvolveu – uma área crucial de investigação à medida que o país entra na era das "novas forças produtivas de qualidade", um conceito-chave na política de desenvolvimento chinesa contemporânea. Um dos elementos-chave desta última edição da Wenhua Zongheng é mostrar que a luta de classes continua durante o período de construção socialista. Isso significa que vários experimentos são necessários ao longo do caminho para ver o que funciona e o que não funciona – tanto para desenvolver as forças produtivas quanto para estabelecer relações sociais mais equitativas. Nesse processo, tem havido uma luta ideológica contínua dentro da China, à medida que os capitalistas buscam maneiras de se reproduzir. No entanto, sob o sistema socialista chinês, os capitalistas não têm permissão para se organizar em uma classe com poder político por meio da propriedade de mídia, sistemas financeiros, partidos políticos ou outras instituições. Eles não podem levar seus lucros livremente para o exterior ou investi-los onde quiserem. Existem várias barreiras estratégicas em vigor – incluindo controles de capital – que regulam o fluxo de capital e impedem que os capitalistas chineses se tornem oligárquicos e se recusem a investir em seu país (um problema enfrentado por tantos governos, tanto no Norte quanto no Sul Global, onde os oligarcas podem levar seu capital para onde quiserem e até mesmo entrar em "greve" recusando-se a investir em infraestrutura ou indústria). O capital chinês permanece dentro do país e ao alcance de um sistema bancário estatal que o põe em funcionamento dentro dos parâmetros do plano nacional de desenvolvimento. Os capitalistas podem operar no país, mas não podem dominar o sistema e permitir que seu comportamento de busca pelo lucro se torne predominante. Dessa forma, a luta de classes pende a favor do povo. É isso que distingue o sistema socialista na China dos sistemas capitalistas de outros países. Em "A Ideologia Alemã" (1846), Marx e Engels escreveram sobre a "sujeira das eras" que precisava ser deixada de lado para que um novo mundo pudesse nascer. Esse ato de deixar de lado levará muito tempo. A pena de galinha certamente ainda não chegou ao céu, mas também não está no inferno. Nota do Editor : Em um momento em que o outrora alardeado modelo de jornalismo responsável é, em sua maioria, o brinquedo de bilionários egoístas e seus escribas corporativos, alternativas de integridade são desesperadamente necessárias, e o ScheerPost é uma delas. 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sábado, 5 de julho de 2025

CANGUILHEM NORMAL E PATOLÓGICO BBB

https://www.scielo.br/j/ss/a/VfqSSxvQ7WBQyrKKbJwjpWx/ Este artigo objetiva apresentar uma crítica ao modelo biomédico de saúde predominante nas ciências médicas, a partir do conceito de normatividade vital, proposto por Georges Canguilhem. Na introdução apresentamos, a partir de um breve histórico do conceito de saúde, a normalização como o primado fundamental do modelo biomédico. Na primeira parte, discutimos o problema da determinação do normal e do patológico, da saúde e da doença, no pensamento de Canguilhem, buscando situar esses conceitos em função de valores individuais, questionando a existência de um processo normativo em biologia. Na segunda parte, pretende-se demonstrar que a normatividade vital defendida por Canguilhem é uma ferramenta conceitual fundamental para o entendimento da lógica de produção biológica. Esta lógica de produção não toma a norma como critério de valoração das formas de vida possíveis. Não são as individualidades biológicas que se adéquam ou se afastam das normas, mas, ao contrário, é a individualidade biológica enquanto potência de criação de novas formas que produz o processo de sua normatividade. Por fim, destacamos o impacto crítico do conceito de saúde entendido como uma abertura ao risco, enfatizando essa dimensão da saúde como a capacidade de enfrentar novas situações de vida.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

SABEDORIA PRATICA ARISTOTELES BBBB

SABEDORIA PRATICA ARISTOTELES file:///C:/Users/Nivaldo/Downloads/O+MODELO+COGNITIVO+E+ETICO+DA+ACAO+EM+ARISTOTELES_Livre.pdf CIDADE E JUSTIÇA Assim como as leis e costumes classificam, ordenam e medem atos e intenções na CidadeEstado, é preciso estabelecer-se, segundo a razão, a justa medida ou métron pelo qual a convivência se estabelece, não pela coerção exterior nem utilitariamente, mas pela escolha regida pela cognição e voluntária disposição ao bem em exercício constante e refletido8 .

terça-feira, 17 de junho de 2025

Cle versão 18.06.25

O objetivo desta apresentação é contribuir para a elucidação da diferença entre sistema e processo como instrumentos heurísticos, assumindo-se como critério de validação a intensidade de sua aderência à realidade que pretendem representar. Considera-se a proposta como oportuna ante a constatação informal, pelo autor, da ocorrência no ambiente acadêmico, e para além dele, de postulação inadequada da diferença entre uma noção e outra. Mesmo grande parte da literatura que se propõe a uma abordagem integral dos fenômenos sob a noção de totalidade, em oposição à abordagem analítica, não vai além do que se entende como processo no senso comum. No vocabulário da linguística assume-se como metáfora a diferença entre processo e sistema como equivalente à diferença entre denotação e conotação. Ou seja, assume-se o signo como denotação em sua interpretação de caráter monossêmico, que se atribui ao modelo de sistema (estrutura e função) e o signo como conotação, em sua interpretação de caráter polissêmico, que se atribui à visão em processo como flexão adverbial da denotação, uma locução adverbial. Ou seja, na visão em processo, o alvo da atenção é a ação, o comportamento, em cuja base assenta a experiência, em desfavor do modelo de sistema, que assume como porto de partida o conceito, ou abstração. É certo que o modelo de sistema leva em conta o contexto em seu objeto de estudo, mas a visão em processo vai além, ao enxergar a mudança do contexto como mudança do contexto enquanto a mudança ocorre. O processo é a mudança da mudança. Como noção intuitiva, o processo não é representável em conceitos. Isso abre espaço para a imaginação, e dela faço uso para descrever o processo como um instante atemporal entre o que já não é e o que não é ainda. Daí que se assume o embate entre processo e sistema no seu esbatimento na questão da extensão da aplicação do princípio de identidade e não contração, de Aristóteles. Presume-se no modelo de sistema que a sua aplicação seja universal, que de fato é no que diz respeito aos conceitos, ou às abstrações, mas não o é na visão em processo, que assenta na pragmática, que é ação ou comportamento, de acordo com o que admite o próprio Aristóteles. A explicação aristotélica é que dão-se situações em que não há por que convocar a certeza absoluta, pois nem tudo é objeto de demonstração, demonstração que é de rigor na lógica e da matemática. A metodologia consiste da coleta na literatura de evidências nos resultados científicos do aumento na tendência do tratamento contextual (processo), ao inverso do recuo no tratamento analítico fragmentário, que ainda prevalece como hegemônico na cultura do Ocidente. Uma ocorrência de grande impacto em favor da abordagem contextual (processo) é o reconhecimento em laboratório de que o gene, anteriormente considerado como de caráter funcional, passa a ser reconhecido como de carater contextual. Esse feito obriga à reformulação dos fundamentos epistemológicos da genética molecular. E pode considerar-se essa mudança como de caráter paradigmático para o conjunto da pesquisa científica. Assim, outra impacto, de grande magnitude, encontra-se na engenharia de desenhos e processos, ao elevar a eficiência e a produtividade na gestão pública e privada a coeficientes exponeciais, reduzindo a zero o custo da manutenção de software, que representa 80% do custo anual do investimento em computação. É certo que o modelo de sistema leva em conta o contexto em seu objeto de estudo. Mas a visão em processo vai além, ao enxergar a mudança do contexto como mudança do contexto enquanto a mudança ocorre. O processo é a mudança da mudança. Quanto a noção de conhecimento, discutem-se as implicações, de caráter metodológico, em sua acepção convencional de sistema como empilhamento linear, paralelo e contíguo, em sua dimensão delimitada como estoque, em oposição à visão em processo, que assume o saber, no lugar de conhecimento, em sua dimensão ilimitada, como são as interações dos componentes do contexto, aberto à sua exponenciação. O sistema espelha a visão de mundo do Iluminismo, na sua vertente kantiana (dualista), em oposição à vertente espinosana (monista). O sistema é o rebatimento epistemológico do Iluminismo kantiano na gnosiologia. No desenvolvimento do argumento, a atenção volta-se para o reconhecimento da superioridade eurística do processo sobre o sistema, ao propiciar uma abertura ilimitada para a visão da realidade, em suas dimensões epistemológica, axiológica e cultural. Como resultado tem-se o enriquecimento da atividade da pesquisa e mais robustez na prática social. Entre outros motivos atribui-se o fato de que o processo (contexto), não sendo uma coisa, torna possível a integração espontânea dos processos, como mais aderente à realidade, assim como ocorre naturalmente na mente humana. aqui finda o resumo da apresentação no cle. Creio que a dificuldade corrente em se apreeder a noção de processo, noção intuitiva, não conceitualizável, está em que a noção de processo escapa, metodologicamente, ao princípio da identidade e não contradição, em conformidade como o que admite o próprio Aristóteles, para quem a lógica não recobre a inteira extensão da realidade, que me lembra a alegoria na ficção fantástica do argentino Jorge Luis Borges sobre o colégio dos cartógrafos. Emepenhados em atualizar os seus mapas de acordo com a mudança da paisagem, os cartógrafos recorriam às mais avançadas técnicas da cartografia, com o propósito de fazer o mapa coincidir com as novas mudanças na paisagem; mas, por mais que se esforçassem, frustravam-se, porque a melhoria da cartografia levava-os a enxergar novas mudanças até então não percebidas na paisagem, de modo que a mudança da paisagem os obrigava a refazer o mapa, e assim indefinidamente. Moral da história: abstração é incapaz de sincronizar-se com a realidade, em estado de mudança. Além de contemplar a lógica e a matemática, a realidade é também não lógica, o que não quer dizer ilógica. Assume-se como postulado na visão em processo que a realidade é um continuum que compreende tudo, o conceitualizável e o não conceitualizável, a congruência e incongruência.a cernceito corresponde a um segmento do continuum da realidade. Ou seja, o conceito se define formalmente por suas delimitações, estas, sim, resultado da aplicação da lógica formal. Ao condicionar a aplicação do princípio de identidade e não contradição somente ao que é conceitualiável, torna-se possível postular que o todo da realidade no seu continuum compreende também a incerteza, a ambivalência, que deixa de ser uma patologia da lingugagem ou do discurso, para reincorporar-se na prática linguística como um seu componente intrínseco, assim como entende Aristóteles na sua Filosofia da práxis,com a sua ideia de busca de excelência, continuidade e descontinuidade ao mesmo tempo, ou seja, como busca da afirmação contínua e recorrente da existência como ato, conflitiva e solidária consigo mesma, movida pela sua potência como ser humano, em lugar da certeza absoluta. Os viciados na aplicação da lógica e da matemática ao todo da realidade seriam considerados por Aristóteles como praticantes do paralogismo, imagino eu, que vem a caracterizar a ideologia do Iluminismo em sua vertente da razão soberana de Kant (há também a vertente de Espinosa nas antípodas de Kant, ao atribuir valor axiológico equivalente a todas as faculdades humanas. A ambivalência é rejeitada pela razão como suprema legisladora da ordem iluminista como sintoma de desordem, do caos, provocando desconforto, angústia e rejeição. Tratar-se-ia, pois, de impor a ordem desejada sobre a realidade rebelde. É o que preconiza o sociólgo Talcott " a Estado para impor na obsessão pela ordem denotativa, No vocabulário da linguística, assume-se essa diferença como um conflito, expresso no signo, de caráter ambíguo, como denotação e conotação, ao mesmo tempo. Como denotação, o signo é monossêmico; como conotação, o signo é polissêmico. A denotação remete ao uso das palavras no seu significado dicionarizado como padrão, abstrato, que obedece a uma axiomática de caráter sintático, de regras fixas e imutáveis, alheias à referência do contexto em que são empregadas. A conotação remete ao uso das palavras cujo significado adquire sentido na referência do contexto em que são empregadas, conformando uma axiomática de regras de caráter pragmático. Na pragmática, a semântica precede, metodologicamente, a sintaxe. Ao se caminhar, dois passos, um seguido a outro, jamais são idênticos, diferença que é alheia à acepção de passo no dicionário. A noção de sistema deixa prender-se ao significado, e a noção de processo atém-se ao sentido que se atribui ao significado no contexto em que a palavra ocorre. Como significado, a palavra representa uma função (sintaxe); como sentido, a palavra representa um papel (semântica). Isso é o que vem a ser complexidade na visão em processo, complexidade qualitativa e não quantitativa como ocorre na acepção de complexidade de Norbert Wiener (1954). Diz-se em latim que “omnis comparatio mancat” (toda comparação é manca) e essa a que recorro também o é. Quem dispuser de metáfora mais adequada que a apresente. O certo é que na visão em processo, consideram-se como legítimas as expressões conflitivas e solidárias como unidade e diversidade, norma inventiva e invenção normativa, mnorfostase e morfogênese, entre muitas outras, que ferem a lógica formal. O sal de cozinha, na pragmática de seu papel conotativo, é polissêmico. Para os profissionais da Química, é um composto químico, que resulta da reação entre uma base e um ácido, como sal e hidrogênio; o sal é amargo para o paladar, cristal para o tato e branco para a visão. Da mesma forma, o sinal igual (=), na aritmética tem o sentido de identidade;, na álgebra, de equivalência e na geometria, de proporcionalidade. Será, pois, no embate entre o signficado, como expressão de caráter sintático, e o sentido, de caráter semântico, que irá transcorrer esta apresentação, no contexto do rehatimento da diferença entre sistema e processo na epistemologia e na axiologia. Chamo à atenção em especial para o seguinte: É da pragmática como ação, ou comportamento, que se constroi a sintaxe, como abstração da realidade, e não ao inverso, como supõe o modelo de estrutura e função (sistema), que tem o seu ponto de partida, no conceito, uma abstração. Ou, seja, a pragmática, como ação, ou comportamento, não pode estar sujeita a um tratamento analítico, de partes estanques, ou funcionais, assim como não ocorre a um todo orgânico, de partes distintas, porém, não separáveis. . A rejeição da ambivalência vem de se ignorar o caráter do signo, que na visão em processo é ambivalente: . Não estranha, assim, que a noção de processo seja mantida à sombra, latente, porém, premente, pois a realidade unitária insiste em se fazer presente, de modo indissociável, nas suas dimensões da continuidade e da descontinuidade, ou nas dimensões análógica e digital. Na visão em processo, ambas as dimensões não se opõem de modo excludente, mas de modo inclusivo, em contraste com o modelo de sistema, que assume existência tende a sentir a passagem do tempo como o fluir da areia na ampulheta, ou o fluir da água na clepsidra (continuidade), em contraste com a dimensão masculina da existência, que tende a sentir a passagem do tempo nos saltos do ponteiro do relógico mecânico. Sob esse aspecto, é pertinente admitir-se que a descontinuidade é o mal-estar por excelência da Cultura e da Civilização Ocidental, considera o mal-estar expressão assumida por Freud, em seu livro "O mal-estar da civilização", com a diferença de que Freud extensível virtualmente a toda humanidade, enquanto na visão de processo, o mal-estar restringe-se ao Ocidente iluminista, pois a sabedoria oriental pende para a continuidade, sem, no entanto, desprezar a descontinuidade. Dois exemplos: Na sabedoria chinesa do yng e yiang, a água fluvial simboliza a forma e a desforma da paisagem por onde passa. E o dragão, um animal manso e divertido na mitoligia, muda a sua pele cor como um caleidoscópico. As figuras em si mesmas do dragão e da água são o suporte de caráter descontínuo na continuidade que ambas as dimensões simbolizam. Assim como a água e o dragão, tudo o mais no quotidiano oriental recende a processo (contexto).Os cômodos da casa são separados por biombos de peso leve, fáceis de se deslocarem, conformando uma diversidade virtual de ambientes que muudam de acordo com a conveniência contextual.

apresentação resumo cle 19 06

ÚLTIMA CLE JUNHO 17.06.25 O objetivo desta apresentação é contribuir para a elucidação da diferença entre sistema e processo como instrumentos heurísticos, assumindo-se como critério de validação a intensidade de sua aderência à realidade que pretendem representar. Considera-se a proposta como oportuna ante a constatação informal, pelo autor, da ocorrência no ambiente acadêmico, e para além dele, de postulação inadequada da diferença entre uma noção e outra. Mesmo grande parte da literatura que se propõe a uma abordagem integral dos fenômenos sob a noção de totalidade orgânica, em oposição à abordagem analítica, não vai além do que se entende como processo no senso comum. Processo, como noção intuitiva, somente se deixa acercar indiretamente, por meio de metáforas, analogias, figurações e alegorias. No vocabulário da linguística assume-se a diferença entre processo e sistema no signo, que é de caráter ambiguo. No signo estão compreendidas a denotação e a conotação. Separa-se uma da outra mediante abstração; junta-se uma à outra, como processo, conformando uma unidade conflitiva e solidária, na sua expressão adverbial. Associadas uma à outra de modo solidário e conflitivo ao mesmo tempo, tem-se uma locução adverbial. A locução adverbial consiste na junção de uma ou mais palavras, flexionando-se na sentença o significado dicionarizado do verbo, do adjetivo ou do advérbio, tendo-se como referência o seu sentido. E o sentido, à difernça do significado, muda de acordo com o contexto, que é a sua referência. Assim é que na Ilíada de Homero (circa 800 a.C.) - autor da primeira obra declamada ou escrita no Ocidente - nos seus 15.693 versos todas ações por ele descritas o são na forma de locução adverbial. A locução adverbial, como expressão da ação, ou comportamento, responde à indagação "como", à diferença da indagação "o que é"."Como", como conotação, pois a ação, ou comportamento, muda em sincronia com a realidade, assumida como um estado de mudança, na acepção da visão em processo. Esse é o papel da semântica. por exemplo, não existe em Homero um verbo científico para o ver denotativo, propriedade de sua fisiologia, como a visão no seu sentido fisiológico A visão em processo corresponde à Pracom o que se pretentedá-se de modo sin interessa mais o modo como o ser humano se comporta e como se comporta também o mundo, do que saber em que consistem, ou o que são. Ou seja, o alvo da atenção é a ação, o comportamento, em cuja base assenta a experiência, que se privilegia em desfavor das especulações de caráter abstrato. Isso faz com que o Oriente privilegie uma visão compreensiva do todo, em detrimento da desmontagem do todo em partes. Se se assumir como referência o Ocidente tendo como epicentro a Europa e na Europa a Grécia - referência sobre a qual inexiste consenso entre os historiadores - é na Grécia Clássica (século VIII ao VI a.C), que sucede à Grécia Arcaica (VIII ao 500 a.C.) que a atenção se volta para o enfoque analítico, período que coincide com a ocorrência de grandes transformações sociais, polítidas e culturais, com destaque para o surgimento das cidades-Estado e o desenvolvimento da escrita e das artes. É nesse período que se introduz, trazida do Egito, o que em solo grego vem a chamar-se geometria, já na sua formulação abstrata, em contraste com o caráter empírico, como era praticado nos arredores dos rios Tigre e Eufrates,de grandes extensões de terras férteis e favoáveis à agricultura irrigada. Ali teria ocorrido a passagem do Periodo Arcaico para o Período Neolítico. Aqui assume-se a diferença entre proceso e sistema como um conflito inclusivo expresso na palavra como signo, de caráter denotativo e conotativo ao mesmo tempo, ambíguo, portanto. Assim, o signo pode significar a ação do verbo ver como função fisiológica do órgão da visão, e pode significar o olhar que caracteriza o enxegar no contexto de uma ocorrência eventual, singular, irrepetível, única. Está aí, grosso modo, o sumo da diferença entre sistema e processo (ou contexto). Há discordância quanto a isso, mas vou discuti-las mais à frente. Contexto, que é a integração entre processos, trabalha somente com locuções adverbiais, consideradas como adequadas para descrever a ação, ou comportamento, que são polissêmicos. Sistema limita-se à função unívoca do ver, própria às suas aplicações nas questões de caráter abstrato, como conceitos, que são, por definição, monossêmicos, em atenção à exigência do princípio de identidade e não contradição, da lógica formal de Aristóteles. Em sua filosofia pragmática, Aristóteles observa que o princípio não tem aplicação universal, geral indistinta, permanecendo, pois, fora da pragmática. A explicação aristotélica é que dão-se situações em que não há por que convocar a certeza absoluta, pois nem tudo é objeto de demonstração, o que é de lei na lógica e na matemática. diz o filósofo. Observe-se que Aristóteles tem o seu pé filosófico preso ao chão, ao cotidiano, como o revelam as analogias de que se serve em seus escritos, de caráter pedestre, o mesmo de que faz uso a dona de casa. Sistema corresponde a uma sintaxe, de regras fixas e imutáveis, uma estrutura que opera com funções, que são de caráter unívoco, paralelo, de contato e não de contágio, prestando-se a estabelecer relações, ligações, conexões ou acoplamentos, termos emprestados da mecânica. Processo corresponde à semântica, de regras cuja axiomática muda de acordo com o contexto em que se opera, motivo por que opera com interações, que vêm a ser transformaões recíprocas, ou mutações,entre os termos em que se dão. Assim, por exemplo, o sal de cozinha, para os profissionais da Química é um composto químico, que resulta da reação entre uma base e um ácido; na cozinha, o sal é amargo para o paladar, cristal para o tato e branco para a visão. Da mesma forma, o sinal igual (=), na aritmética tem o sentido de identidade; na álgebra, de equivalência e na geometria, de proporcionalidade.Vai observar-se nesta apresentação que o sistema pressupõe metodologicamente a realidade como inorgânica (abordagem analítica), em contraste com a visão em processo, que contempla o enfoque orgânico (abordagem da realidade como um todo não divisível metodologicamente em partes). É nesses termos que proponnho discutir a diferença entre processo e sistema. A metodologia consiste na coleta de evidências nos resultados científicos do aumento na tendência do tratamento contextual (processo), ao inverso do recuo no tratamento analítico fragmentário, que ainda prevalece como hegemônico na cultura do Ocidente. Uma ocorrência de grande impacto em favor da abordagem contextual (processo) é o reconhecimento em laboratório de que o gene, anteriormente considerado como de caráter funcional, passa a ser reconhecido como de carater contextual. Esse feito obriga à reformulação dos fundamentos epistemológicos da genética molecular. E pode considerar-se essa mudança como de caráter paradigmático para o conjunto da pesquisa científica. Outra impacto, de grande magnitude é o que tem provocado na engenharia de desenhos e processos, ao elevar a eficiência e a produtividade na gestão pública e privada a coeficientes exponeciais, reduzindo a zero o custo da manutenção de software, que representa 80% do custo anual do investimento em computação. É certo que o modelo de sistema leva em conta o contexto em seu objeto de estudo. Mas a visão em processo vai além, ao enxergar a mudança do contexto como mudança do contexto enquanto o contexto muda. Isso corresponde na ginática artística a um salto duplo carpado; ou na fenomenologia da consciência, corresponde a uma volta da consciência do sujeito como objeto de si mesmo, ao mesmo tempo que objeto como apreendido na percepção. No plano do conhecimento, discutem-se as implicações, de caráter metodológico, em seu significado convencional como empilhamento linear, paralelo e contíguo, como estoque, em oposição à visão em processo, que assume o saber como interações dos componentes do contexto, de caráter exponencial. No desenvolvimento do argumento, a atenção volta-se para o reconhecimento da superioridade eurística do processo sobre o sistema, ao propiciar uma abertura ilimitada para a visão da realidade, em suas dimensões epistemológica, axiológica e cultural. Como resultado tem-se o enriquecimento da atividade da pesquisa e mais robustez na prática social. Entre outros motivos atribui-se o fato de que o processo (contexto), não sendo uma coisa, torna possível a integração espontânea dos processos, assim como ocorre naturalmente na mente humana.

sexta-feira, 6 de junho de 2025

CREDITO DE CARBNO BALANÇO JUNHO 25

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